Laura Belém Belo Horizonte, Brasil, 1974
As cascas douradas que naturalmente se desprendem do tronco da árvore ‘sete-casacas’
são finas como um pergaminho e motivam composições com confetes verdes e pretos no
trabalho “Transmutação” (2018). Nessas colagens, as cascas foram rasgadas à mão, pele a pele.
Os confetes flutuam ou dançam em contrapeso com cada uma das formas marrom-douradas,
finding shelves in their bodies, como no contato-improvisação. - Trecho do texto para exposição "O tempo é agora, o tempo é de espera" de Laura Belém
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